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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

10 PRATICAS DE LIDERANÇA QUE VOCE DEVE ABANDONAR HOJE

Recebi a matéria abaixo e achei muito bacana, porque além de falar dos hábitos que devemos abandonar, nos orienta quanto aos hábitos que devemos adotar em substituição dos maus hábitos. Espero que gostem e que a matéria os ajudem a serem cada vez líderes melhores!

É indiscutível que muito mudou nas práticas de liderança nos últimos anos. Felizmente, o hábito de mandar e de controlar está dando espaço para um estilo mais colaborativo, que mostra aos profissionais o sentido daquilo que eles fazem.

Entretanto, ainda há bastante para evoluir. Pequenas atitudes do dia a dia da liderança mantêm a gestão com um pé no passado. O colunista da Inc. Paul Spiegelman, fundador e CEO da BerylHealth, empresa que faz gestão de comunicação entre hospitais e pacientes, listou dez práticas que você deve abandonar na gestão de pessoas – e dez que você pode adotar no lugar. Confira.

1. Abandone: a microgestão ou a necessidade de controlar cada pequeno aspecto da sua empresa. Adote: o empoderamento, a habilidade de dar às pessoas autonomia, mesmo que elas cometam alguns erros.

2. Abandone: a gestão ao andar pelo escritório; ela não é mais o suficiente para que você seja visível. Adote: a gestão ao observar e ouvir, criando conversas e implementando as ideias que os colaboradores apresentam – e, claro, distribuindo os resultados.

3. Abandone: o hábito de fingir que você sabe tudo – é claro que você não tem todas as respostas. Adote: o conhecimento sobre os membros do seu time e a confiança neles. Escolha as pessoas que têm as competências certas e compartilham da cultura da sua empresa.

4. Abandone: a política de tolerância zero com erros. Adote: o aprendizado com os erros – ou mesmo o hábito de ser o primeiro a admitir um erro.

5. Abandone: a condução do negócio pelo lucro. Adote: a condução do negócio pelas pessoas, aumentando a fidelidade do cliente e os lucros.

6. Abandone: a escolha de pessoas que sobrevivem na empresa porque fazem o que é necessário. Adote: a escolha de pessoas que vão além. Elas existem.

7. Abandone: o investimento em tecnologia para aumentar a produtividade. Adote: o investimento nas pessoas.

8. Abandone: a exigência de mudanças, do jeito que você quer e quando você quer. Adote: o fomento de mudanças, de modo que a equipe possa desenvolver as melhores ideias para chegar lá.

9. Abandone: comida pouco saudável no restaurante da empresa. Adote: bem-estar no ambiente de trabalho.

10. Abandone: incentivos com dinheiro. Adote: recompensas. A valorização significa mais do que o dinheiro para o Professional.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Liderança - Estresse, como fugir dele?


Em certos momentos o estresse foge ao nosso controle. Por isso gostaria de compartilhar com vocês a matéria abaixo, pois é objetiva, fácil de praticar e funcional.

Cinco atalhos rápidos para fugir do estresse

O conhecimento popular já atestou: socar a mesa, bater o telefone, gritar e ter dor de barriga são reações comuns em situações estressantes mas em nada aliviam os sintomas que afetam em cheio a saúde e o bem-estar.

Além dos mecanismos preventivos ao estresse, que vão dos hábitos de vida saudáveis à meditação, também existe uma lista com alguns atalhos que – em até dez minutos – são capazes de amenizar o estresse e ajudar a controlá-lo.

1) Respire fundo por dez vezes - Respirar a plenos pulmões aumenta a oxigenação do corpo e por isso traz o efeito calmante ao organismo. Mas é preciso parar e respirar. Devagar e sentindo a inspiração e a expiração.

2) Imagine um lugar delicioso - Quando colidimos com o estresse é indicado imaginar aquela praia paradisíaca, as montanhas que passaram as últimas férias, a casa dos avós onde passou a infância. Este processo de resgate de imagem também controla o estresse e acalma o organismo.

3) Recorra aos sons amigáveis - Risadas de bebês, cantoria de passarinhos ou barulho do mar. Os sons também acionam o “botão” que libera substâncias positivas ao organismo, como a endorfina.

4) Pode comer alguma coisa, desde que saboreie - Para que este atalho funcione, de verdade, não adianta degustar algo que depois vai trazer mais prejuízos do que benefícios. A dica então é saborear uma comidinha, pode ser um chocolate, por exemplo. Desde que consumidos com moderação e aproveitando cada pedaço.

5) Mude de ambiente - Caso o local seja uma sala de reunião, vá ao toalete. Se for uma briga em um quarto, vá para a sala. Pedir licença e sair do ambiente por alguns minutos, dar uma volta no quarteirão, ir até a padaria, de fato, ajudam.

Fonte: Linkedin por Grupo Sankalpa

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

DICAS PARA NÃO PERDER A LINHA NA FESTA DE FINAL DE ANO


Quando chega o fim do ano, não há como escapar. Cedo ou tarde você será convidado para uma festinha de confraternização, em que todos da sua área (ou da sua empresa) devem se reunir para comemorar alguma coisa. Certo? Mais ou menos. Embora muita gente ainda pense que festa é festa, seja qual for o motivo, quando se trata de uma confraternização corporativa é preciso tomar alguns cuidados para não prejudicar sua imagem profissional. A seguir Silvio Celestino, sênior partner, da Alliance Coaching, responde algumas das principais dúvidas que surgem nessas horas.
Preciso chegar no horário?
Sim, se a confraternização tiver protocolo, premiação ou algum anúncio. Chegar depois do acontecimento principal pode parecer descaso. Se for simplesmente uma festa, não tem problema chegar de 10 a 15 minutos depois do horário marcado.
Sobre o que falar?
A dica é não ser monotemático. Você não precisa falar de trabalho o tempo todo. A principal recomendação, entretanto, é não fazer comentários maldosos, não falar mal dos colegas e nem entrar em questões polêmicas.
Com que roupa eu vou?
Depende do evento. A regra é não exagerar – nem na formalidade, nem no despojamento. 
Preciso falar com todo mundo?
Encare a festa da empresa como oportunidade de aumentar o networking. Essa é a chance de você se apresentar, conversar, criar vínculos e despertar o interesse dos profissionais que ocupam cargos acima do seu. “Ao conversar com executivos, você deve demonstrar satisfação e interesse pela empresa,” diz Silvio. Se você estiver confortável – e for bem recebido por eles – o assunto vai fluir.
Posso levar família, cachorro, papagaio...?
Até pode, se no convite estiver explícito que eles são bem-vindos. De forma geral, o melhor é evitar porque quem leva acompanhante acaba tendo pouco tempo para dar atenção aos colegas, chefes e equipe...
Posso beber?
Com moderação. Passar dos limites pode ser prejudicial - e até decisivo – para sua carreira. Para comer vale a mesma regra.

domingo, 27 de novembro de 2011

As dez lições de Steve Jobs

Olá amigos, depois de mais de 2 meses sem postar no blog estou de volta!!! Nesse periodo aconteceram muitas mudanças marcantes na minha vida e no mundo. Muitas dessas experiências ou momentos tenho certeza que me inspirarão a compartilhar posts interessantes com vocês.

Então retomo os post's com uma homenagem a um dos homens que mais revolucionou a informática (Apple), o cinema (Pixar) e a música (IPod e iTunes) e que hoje não se encontra mais com a gente: salve Steve Jobs!

Trajetória profissional brilhante e história pessoal de dramas e superação têm muito a ensinar






 Steve Jobs, co-fundador da Apple, morreu aos 56 anos.





Steve Jobs foi um homem brilhante. Em mais de 30 anos de carreira, o cofundador da Apple sempre foi referência em inovação e design de produtos de tecnologia.

Sua contribuição para a humanidade tem sido comparada à de Thomas Edison, Henry Ford e outros visionários que mudaram o mundo.

A trajetória profissional e sua história pessoal de dramas e superação têm muito a ensinar. Veja a seguir algumas das lições que o executivo deixou, segundo artigo da revista Forbes e que todos podem aplicar nas suas vidas:

1- As inovações mais permanentes unem arte e ciência

Esse foi o grande diferencial da Apple em relação às concorrentes. Em sua equipe, Jobs sempre teve pessoas com formações em áreas como antropologia, arte, história e poesia. Ele foi mestre em aliar às novidades tecnológicas a um design simples e interessante, que foi a chave de seu sucesso.

2- Para criar o futuro, ouvir o cliente é perda de tempo

A teoria diz para testar produtos em fase de desenvolvimento com seus clientes antes de lançá-los no mercado. Jobs sempre achou isso uma perda de tempo. Consumidores nem sempre sabem o que querem – ainda mais se é algo que nunca viram, ouviram ou tocaram. Jobs confiava mais em si mesmo.

3- Nunca tenha medo de fracassar

Ser demitido da empresa que criou por um funcionário que ele mesmo contratou foi uma das situações mais embaraçosas no mundo dos negócios das últimas décadas. Mas nem por isso Jobs desistiu, mas continuou a seguir seus sonhos. Também foi incansável na luta pela vida, desde que foi diagnosticado oito anos atrás com câncer de pâncreas.
Ele aprendeu a viver cada dia com coragem e lutar por sua paixão, conforme pode ser visto em um emocionante discurso que Jobs fez a alunos da Universidade de Stanford, em 2005. 

4- As coisas ficam mais claras com o tempo

O executivo aprendeu a não se preocupar tanto com imprevistos e coisas que pareciam não dar certo em sua vida. Nem sempre é possível entender de antemão os motivos, mas com o tempo fica mais fácil “ligar os pontos”. Na realidade, esses imprevistos podem se tornar nas sementes de um sucesso imenso no futuro.

5- Escute sua voz interior

Jobs foi um homem que seguiu sua voz interior. Ele tinha um plano e lutava por isso. Queria construir computadores. Muitos se contentam com uma profissão para agradar aos pais ou porque o salário é bom. Jobs não. Fez o que amava e mudou o mundo com isso. Nem sempre é fácil ter coragem para enfrentar o mundo e correr atrás dos sonhos. Mas pode valer a pena.

6- Espere muito de si mesmo e dos outros

O cofundador da Apple não era exatamente “bonzinho”. Quem trabalhou com ele conta que Jobs costumava gritar com funcionários. Era um controlador, um perfeccionista. Ele era apaixonado pelo que fazia e por isso queria o melhor dele mesmo e dos outros. Se não fossem capazes de dar o melhor, que fossem embora – ele não queria pessoas assim por perto.

7- Não se preocupe em estar certo. Preocupe-se em ser bem-sucedido

O exemplo de Jobs mostra que não se pode estar tão preocupado com a sua visão sobre como um produto vai funcionar, a ponto de esquecer a realidade. Estar certo sobre um assunto não é o mais importante. O fundamental é reconhecer quando algo precisa ser feito de algo para poder ser um sucesso. Se não abrisse mão de algumas de suas “verdades”, a Apple nunca teria conseguido lançar o Mac.

8- Esteja sempre cercado de pessoas talentosas

Pode até parecer, mas a Apple não é Steve Jobs. O executivo se cercou de pessoas muito talentosas, que não recebem o crédito que merecem. O fato de que o preço das ações da Apple continua a se sustentar desde que o executivo teve de renunciar ao comando da companhia mostra a força da equipe.

9- Continue com fome. Continue tolo

Foi com essas palavras que Jobs encerrou seu discurso aos alunos de Stanford. Ele contou que costumava ler quando era jovem a enciclopédia “The Whole Earth Catalog” (O Catálogo de toda a Terra) – uma espécie de Google dos tempos pré-internet. Na contracapa de cada livro havia uma foto de uma estrada em uma manhã ensolarada e os dizeres: “Continue faminto. Continue tolo”. “Sempre desejei isso para mim mesmo”, disse Jobs aos alunos. “E agora, eu desejo isso para vocês”.

10- Tudo é possível com trabalho árduo, determinação e visão

Embora fosse o maior CEO de todos os tempos e o pai da computação moderna, na realidade Jobs era só um homem. O que faz pensar que todos têm potencial para ser como ele. Ele fundou a Apple, depois foi demitido da empresa, voltou à companhia na hora de salvá-la da falência e fez dela um dos maiores impérios corporativos do mundo. Você também pode.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Resiliência, porque utilizar este termo?

Por Luis Felipe Cortoni
Resiliência é um termo muito utilizado ultimamente nas empresas para identificar um tipo complexo de comportamento humano.
Segundo o dicionário Aurélio: s.f. 1. Fis. Propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora duma deformação elástica. 2. Resistência ao choque. (o grifo é nosso)
Será que tem valor a utilização deste termo para entender aspectos do comportamento humano dentro da empresa? Será que não existe um termo ou um conceito mais apropriado na psicologia para descrever este comportamento humano e não de materiais? Parece que sempre se acha algum tipo de metáfora para tentar explicar questões humanas na empresa que, na maioria das vezes, banalizam o comportamento humano reduzindo-o ou igualando-o a animais (lembram dos ratos e o queijo que foi mexido? e dos gansos? e dos búfalos?) ou a materiais como neste caso. Seria mais adequado ir diretamente à fonte que estuda estes fenômenos comportamentais que gostaríamos de entender.
Analisando um pouco mais profundamente a razão da utilização deste termo, devemos buscar entender porque esta exigência é feita hoje dentro das organizações: “seja resiliente”. Parece um pedido de adaptação e flexibilidade máximas que pessoas devem ter às condições do cenário (interno e externo) que o negócio opera. Uma prática até certo ponto conhecida de muitos que é a de mudar o artista, mas não mudar o cenário. De novo o sacrifício maior, ou se preferem, o movimento de mudança, recai sobre as pessoas e não sobre o negócio. Este, parece, navega ao sabor das vicissitudes do momento do mercado e pede aos marinheiros que apertem os cintos. É um pedido de “adapte-se” mesmo que as condições sejam difíceis ou insuportáveis, porque se assim forem e o indivíduo não conseguir adaptar-se então ele não foi resiliente, conclusão redundante.
Uma questão que passa despercebida no uso deste termo, é que para nós humanos a tal resiliência, que está sendo utilizada como sinônimo de uma habilidade máxima de adaptação ao meio, pode significar não à criatividade, à inovação, à consciência, à indignação. Por outro lado, para nós o sofrimento, a inconformidade, a visão crítica são alguns dos conhecidos motores e propulsores da criação e da inovação, enfim, da mudança e da busca pelo novo. Porque, ao que tudo indica, a utilização deste termo sentencia que quem é resiliente muda a si mesmo, muda os seus padrões individuais de necessidades, de expectativas, muda a forma de realizar o trabalho, ou seja, somente se adapta. E as condições de trabalho e de gestão não devem mudar também? O negócio não deveria ser resiliente também? O próprio negócio corre riscos se contar apenas com pessoas resilientes.
Outra questão, que parece mais séria, e que passa também despercebida é que a resiliência serve para explicar fenômenos materiais, e muito bem explicados pela física. Mas com humanos a resiliência, dependendo da pressão e do esforço para a adaptação e para a flexibilidade que as pessoas fazem, pode certamente significar seqüelas. Não porque o individuo não foi resiliente, ao contrário, ao sê-lo ele avança seus limites, mergulha e quando se dá conta, em pouco tempo começa a perceber as conseqüências deste esforço. A palavra esforço parece extrema, mas não é quando olhamos para as exigências de adaptação cotidiana que pessoas experimentam nas empresas em que trabalham. Está claro que o pedido e a intenção original são “mexa-se e saia do conhecido”, ou “adapte-se ao mundo mutante e veloz”, mas utilizado desta forma está causando um efeito ao contrário. Além das seqüelas (na maior parte das vezes reações psicossomáticas) esta exigência pode inibir a criatividade e a inovação.
Mais do que isso, para mudar de referenciais as pessoas necessitam de um recurso pouco disponível nas empresas hoje: tempo. Não lhes é concedido, ser resiliente é reagir imediatamente, ou seja, outra condição para a inibição da crítica e da criatividade. Acrescente-se a isto uma jornada de 10 a 12 horas de trabalho diário e a eterna sensação de estar devendo, e as coisas pioram bastante.
Para comprovar estas afirmações feitas até agora sugerimos uma visita ao médico do trabalho. Parece estranho, mas hoje ele tem uma boa noção e até um bom diagnóstico do que as pessoas estão vivendo e passando nas empresas hoje. É só pedir a ele que relate quais são as principais queixas do dia-a-dia e suas prescrições, e saberemos a porcentagem de doenças psicossomáticas existentes. É claro que nem tudo é consequência da tal resiliência, mas boa parte sem dúvida é.
Alguns argumentam dizendo exatamente o contrário, ser resiliente é ser criativo e inovador. Se isto significar ser criativo para mudar as condições de trabalho e de aspectos da gestão, estamos de acordo, mas não é bem isso que a utilização sensacionalista do termo sugere.
Para finalizar, um exemplo de resiliência talvez um pouco desconfortável: o brinquedo conhecido como “João Bobo”. Leva soco e pancada e volta sempre para o mesmo lugar com a mesma cara sorridente. Qualquer semelhança não é mera coincidência.
Fonte: E-mail

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Seja insubstituível no mercado

Especialista em finanças pessoais aponta oito regras para alcançar uma posição de destaque no trabalho. Acompanhe.

Por Roberta Cardoso


O desejo da maioria dos profissionais, seja lá qual for a área de atuação, é se destacar no trabalho. Às vezes, você não sabe por onde começar, em que investir nem qual a postura ideal para adotar dentro do ambiente de trabalho. O especialista em finanças pessoais e coach financeiro, André Massaro, indica o caminho correto, sem desvios ou perda de tempo.

1. Investir em educação: Sem discussões aqui! Profissionais melhores preparados evoluem mais rápido. É claro que existem exceções: profissionais completamente despreparados e incompetentes ocupando posições de destaque em várias organizações. Mas não se sabe se essas pessoas chegaram lá por sorte ou por 'puxar o saco certo'. Seja como for, não conte com atalhos, vá estudar!

2. Investir na educação CORRETA: Cultura geral é importantíssimo, mas se seu objetivo é se destacar, invista naquilo que o mercado demanda e em coisas que sejam coerentes com sua profissão. Se você é um profissional de finanças e pretende seguir nesse caminho, não invista seus recursos em um curso de marketing. E seja seletivo naquilo que faz – fazer um MBA 'meia-boca' só porque a empresa exige alguma pós-graduação não é uma boa política.

3. Aprenda INGLÊS!: Muitas pessoas dizem ter dificuldade com o vernáculo shakespeariano, ou dizem 'na minha empresa não se fala Inglês, então por que vou investir nisso?'. A má notícia é que, independente de se falar ou não o idioma em sua empresa, grande parte da literatura técnica na maioria dos tópicos relevantes para um negócio está em Inglês. O desconhecimento desse idioma é um forte limitador da ascensão profissional.

4. Cuide da POSTURA: Vista-se adequadamente e aja de acordo o ambiente. Algumas empresas têm um código de vestimenta e postura mais formal, enquanto outras são mais flexíveis. Observe o ambiente e siga a regra geral, não tente 'bancar o diferente'.

5. Integridade acima de tudo: Ética, honestidade e integridade são características cada vez mais valorizadas e exigidas nas organizações. Cuide de sua reputação como se fosse sua própria vida. Não se envolva em esquemas suspeitos e obscuros, e fique longe de colegas de reputação duvidosa. Lembre-se de Cícero, o orador romano, a quem se atribui a frase 'à mulher de Cesar não basta ser honesta, tem que PARECER honesta'.

6. Seja um líder: Desenvolva as características de liderança dentro e fora da empresa. Envolva-se em projetos onde você possa desenvolver suas habilidades de liderança e iniciativa. Trabalhos voluntários e humanitários costumam ser uma ótima oportunidade de exercitar esses dotes.

7. Explore sua rede de contatos: O famoso networking. Invista pesado nele – conheça pessoas, frequente lugares de interesse profissional e retome contato com os antigos colegas. Nunca se esqueça da regra número um do networking: 'faça ANTES de precisar'. Procurar seus amigos apenas quando você precisa de ajuda ou “está na pior” é deselegante e contraproducente.

8. Seja um empreendedor: Ser um empreendedor não é, necessariamente, sinônimo de ter sua própria empresa. Empreendedor é aquela pessoa que tem um enorme impulso por fazer, concretizar, 'ver acontecer'. Há espaço (e muito) para pessoas com características empreendedoras dentro de organizações. Seja uma delas!


terça-feira, 26 de julho de 2011

Coerência e Consistência – Condições para uma liderança eficaz


Por Martim Garcia Bordini

O ato de liderar é o exercício de influenciar e interferir no comportamento das pessoas.

A influência que o líder exerce está direta e progressivamente ligada à coerência e consistência do seu comportamento. 


Podemos afirmar que a quantidade de comportamentos (coerência + consistência) do líder versus a frequência dos mesmos, confere-lhe maior ou menor credibilidade.

Esta fórmula altera a percepção das pessoas que são influenciadas pelo líder na proporção em que a credibilidade oscila para maior ou menor. Muitos dos nossos líderes não tem consciência nem percepção de quanto esses "pequenos detalhes" de comportamento impactam diretamente sobre sua liderança.

Mas o que é coerência e consistência na liderança?

Um líder é coerente quando para o mesmo fato ocorrido, uma ou mais vezes, com pessoas diferentes dispende o mesmo tratamento. Independente de quem o praticou, o "tratamento" ou o comportamento do líder deve ser o mesmo. Isto é coerência.

Na liderança, consistência é assegurar a prática da coerência por tempo indeterminado.

A prática da coerência e consistência independem da vontade e gostos do líder, das suas preferências por determinados liderados e do seu estado de ânimo. É uma condição para adquirir credibilidade junto aos liderados ou ainda àquelas pessoas que tentam influenciar.

Somente há coerência e consistência quando o líder procura resolver todas as questões diárias ajustando seus estilos aos comportamentos dos liderados.

Os liderados podem não compreender o que é coerência e consistência, mas sabem exatamente se o líder as pratica ou não.

Uma liderança fundamentada em comportamentos de coerência e consistência desenvolve relações positivas e altamente motivadoras na equipe.

Fonte: Site Bordini & Bordini Consultoria 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

6 Dicas para Você Mudar seus Hábitos e Gerar Melhores Resultados



Você sabe que para obter novos resultados na sua carreira, no seu negócio ou na sua vida, precisa agir diferente. É aquele história de que se você continuar agindo como sempre agiu, vai continuar tendo os mesmos resultados. Acontece que para agir diferente, você precisa de novos hábitos.
Grande parte das coisas que fazemos durante o dia obedece a um padrão, algo que estamos acostumados  a fazer. É o chamado hábito, administrado pelo inconsciente.
Como funciona o hábito? Vamos pensar em dirigir um automóvel. Quando aprendemos a dirigir, aprendemos novos procedimentos e desenvolvemos novos hábitos. Pisar na embreagem, trocar os pés nos pedais, ligar a seta para dobrar, manter a direita etc. No início, estávamos aprendendo e totalmente conscientes do que estava acontecendo, acompanhando e desenvolvendo cada ação. Posso apostar com você que hoje você dirige muito bem e enquanto dirige pensa em mil coisas, no que precisa fazer, no planejamento do seus dia, conversa com o carona, presta atenção às notícias do rádio e nem se dá conta dos movimentos que precisa fazer para dirigir. Na verdade, o seu cérebro automatizou os movimentos, transformou-os em hábitos e agora quem cuida disso para você é o seu inconsciente. Funciona assim com tudo: escovar os dentes, amarrar os sapatos, pentear os cabelos, andar de bicicleta etc.  Assim, os resultados que vamos obtendo dependem dos hábitos internalizados e administrados pelo inconsciente.
Agora pense na sua carreira, no seu negócio ou em outras partes da vida. Grande parte do que você faz é automático. A forma como se relaciona com as pessoas, a forma como encara desafios, a maneira como enfrenta supostos problemas, como cria soluções etc. O seu cérebro adota padrões semelhantes para situações que se repetem. Em outras palavras, temos centenas, milhares de hábitos para uma série de atividades.  Assim, para começarmos a mudar nossos resultados, precisamos primeiramente mudar nossos hábitos para, a partir daí, termos novos resultados.
Muito bem, aqui vão 6 dicas para desenvolver novos hábitos:
1) Identifique o resultado que você quer,
2) Identifique o hábito limitante que gerava o resultado que você não gostava,
3) Se pergunte qual a intenção positiva do antigo hábito,  
4) Se pergunte qual comportamento, qual hábito você quer no lugar do antigo para obter o resultado que você deseja,  
5) Treine mentalmente o novo comportamento e
6) Pratique e repita na prática até você automatizar.
Vou dar um exemplo. Você quer ser um melhor líder. Contudo, sente que precisa ser mais assertivo com sua equipe. Você sempre se disse multo democrático, preocupado com as pessoas, e aí deixava a coisa rolar um pouco solta no escritório. Entretanto, no fundo você sabe que precisa agir diferente para ter resultados diferentes. Pois bem, abaixo segue a exemplificação de cada uma das 6 dicas.
1) Identificação da situação limitante: eu estava (note o verbo no passado, isto é fundamental) um pouco frouxo com o time.
2) O que quero ter no lugar: quero ser assertivo.
3) Qual a intenção positiva do antigo hábito: eu quero ser aceito pelas pessoas e me conectar (por isso eu não era tão assertivo).
4) Qual o novo hábito ou comportamento que vou ter e que mantenha a intenção positiva: vou ser mais assertivo pois assim sou sincero; quanto mais sincero sou, mais me conecto e sou aceito pelas pessoas (claro, este é um exemplo que deve fazer sentido para você). Para que esta mudança seja consistente, é fundamental que a sua intenção positiva seja assegurada. No caso, você pode pensar (e aceitar) que ao ser assertivo estará mantendo a intenção de positiva se ser aceito e se conectar às pessoas se pensar que quando é 100% sincero é  mais querido e aceito.
5) Treine mentalmente as cenas em que será assertivo. Entre num filme mental em que você é o protagonista e veja, ouça e sinta a sua nova performance. Treine isso várias vezes para você programar o seu cérebro.
6) Coloque em prática várias vezes e avalie os resultados. Caso necessário, faça as correções. É aquela história, se você sempre chutou com a direita e quer começar a chutar com a esquerda, precisa treinar.
Enfim, siga os passos anteriores atentando fundamentalmente para a manutenção da intenção positiva e treine, primeiro na sua cabeça e depois na prática. Você vai se dar conta que, da mesma forma que aprendeu a dirigir, vai aprender a ter novos hábitos, novos comportamentos e que começará a ter resultados diferentes. Caso você não goste dos resultados, mude os hábitos com a fórmula dos 6 passos e teste novamente.
Boa sorte e mais sucesso!
Frederico Graef – Coach e Palestrante - Membro da Sociedade Brasileira de Coaching

 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Quem tem medo do lobo mau?

A saga de um funcionário FELIZ e seu INFELIZ chefe


Era uma vez um jovem e dedicado funcionário chamado 'FELIZARDO'. Um cara ainda em desenvolvimento, mas com um potencial enorme. Depois de um dia incrível de treinamento motivacional, chega feliz e empolgado à sua querida empresa, mesmo depois de 2,5 horas de trânsito e chuva. A história passa-se em São Paulo, então, devem saber bem do que estou falando.

FELIZARDO é um cara organizado e a primeira coisa que faz quando chega é rever o planejamento do dia. Sua primeira tarefa matinal é levar alguns malotes no departamento de finanças. No dia anterior, no treinamento, disseram a ele que pensamento positivo é fundamental para que as boas energias rejam o dia. Por isso, sorrindo e contente, ele sai saltitando com os documentos em mãos.

Todos que o encontram pelo caminho são recebidos com um bom dia e um sorriso maroto. Eis que ele encontra Mr. DEDÃO, seu chefe. Dedão era o apelido de seu chefe e é assim que vamos tratá-lo, pois o apelido assemelhava-se tanto às suas atitudes que nunca foi chamado pelo nome e, logo, não sei informá-los.

DEDÃO olhou firmemente para FELIZARDO. Não disse uma palavra. Apenas olhou fixamente. No mesmo momento do encontro, toda felicidade de FELIZARDO desapareceu e com um ar assustador ele questionou:

- Nossa, que olhos grandes você tem!?!

Mr. DEDÃO não hesitou e respondeu, como se fosse uma fera:

- É para te ver melhor!!!

FELIZARDO saiu desnorteado e pensando que seu chefe estava de olho em tudo que estava fazendo e que se errasse alguma coisa seria degolado! De qualquer forma, continuou sua tarefa e deixou os documentos no lugar exato.

Sua próxima tarefa do dia era preencher uma planilha de custo e entregá-la antes mesmo do almoço, pois dependiam desta para fechar o budget da área.

FELIZARDO acreditava em seu potencial e sussurrou:

- Esta tarefa vai ser mole! Sou expert neste assunto.

Prontamente, Mr. DEDÃO, que estava há alguns bons metros de seu feliz funcionário gritou:

- Fala menos e faz mais.

FELIZARDO gelou. E arriscou:

- UAU, que orelhas grandes você tem!?!

Mr. DEDÃO, com um olhar de reprovação, respondeu:

- É para te ouvir beeeeeem melhor, camarada!

Com a planilha pronta, FELIZARDO foi para sua próxima e amada tarefa. Ele precisava listar os clientes VIPS em uma planilha para que fossem presenteados no final do ano. Este funcionário era 10! Fez a tarefa rapidamente e como lhe sobrou alguns minutos de folga, resolveu ir tomar um café.

Quando menos esperava, ouviu um grito, vindo lá do fundo do corredor.

- Estou sentindo cheiro de café. Se não têm tarefas suficientes para lhes ocupar, pode deixar que vou dobrar a demanda de trabalho e é para já!

FELIZARDO, que tinha aprendido que deveria, respeitosamente, questionar quando não entendia direito algo que tivera ocorrido, respondeu:

- Estou extasiado. Que nariz grande você tem!?!

Mr. Dedão, que já que não agüentava mais aqueles questionamentos, esbravejou:

- É para sentir cheiro de vagabundo que não está a fim de trabalhar!!!

FELIZARDO, que continuara agüentando tudo aquilo porque aprendera que persistência era a alma do negócio, foi, ainda feliz, realizar sua última tarefa do dia: receber seu feedback mensal. Entrou na sala do Mr. DEDÃO e disse:

- Querido chefe, estou aqui para ouvir o que for preciso. Quero me desenvolver e aceito qualquer crítica. Estou aqui para aprender tudo o que você tem para me ensinar.

Mr. DEDÃO, que odiava perder tempo com estes tais feedbacks, começou a conversa dizendo que FELIZARDO precisava ficar mais esperto porque felicidade não trazia resultado. No meio da conversa, Mr. DEDÃO disse que esta disposição do funcionário estava incomodando a todos e que idéia de trazer inovações era ridícula. Acrescentou dizendo que não tinha tempo para ouvir suas expectativas, pois o que importava mesmo era o que a empresa queria. Pois bem, deixou claro que ele mandava e os outros obedeciam.

A medida que Mr. DEDÃO ia destilando seus comentários, FELIZARDO ia diminuindo e a boca do Mr. DEDÃO só se fazia crescer. FELIZARDO, que já se sentia um rato, ousou:

- Chefinho, que boca grande é esta?

-É PARA TE COMER, responder Mr. DEDÃO.

Nunca mais ouviu-se falar de FELIZARDO. E, infelizmente, mais um funcionário 'high potential' foi banido do mercado.

Agora te pergunto: quantos funcionários você já comeu?

Mr. Dedão, continua. Com dedo forte. Eliminando os bons e conservando que não lhe traz perigo. Mr. Dedão e sua equipe de faz de conta.

Uma pena.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O líder que pensa

Se liderança já é um tema difícil sobre o qual escrever, imagine exercê-la. O trabalho de um líder é semelhante ao de um pai, que deseja que seu filho estude, se desenvolva, aprenda a vencer obstáculos, que se mantenha motivado e cheio de energia. E assim como o comportamento do filho sofre constantes mudanças, o do liderado, ou da equipe, também.

Poderíamos falar horas e horas sobre liderança, porém, neste artigo, vou tratar de um aspecto objetivo e simples: as atitudes do líder.

O título do artigo tem um motivo especial. Muitos líderes pensam que há duas partes bem definidas na empresa: o líder e os liderados. Engano puro. Um está constantemente influenciando o outro por meio de gestos e idéias. Podemos dizer que os dois se misturam, querendo ou não. Já ouviu dizer que a empresa tem a cara do chefe? Motivo este que a probabilidade de um filho se tornar fumante quando o pai é, é muito maior do que se o pai não for adepto do tabaco (mesmo quando o filho é adotivo, deixando de lado os aspectos genéticos).

O ‘líder que pensa’ é aquele que não age apenas por instinto. Todo o tempo ele envia estímulos para a equipe. É aquele que sabe que a prática do exemplo é muito mais eficaz que a teoria. Não faz nenhum sentido pedir que a equipe chegue às 9h00 se o líder chega às 10h30.

O psicólogo americano Frederick Herzberg fez uma pesquisa para descobrir o que motiva e o que desmotiva uma pessoa. Nesta pesquisa, que resultou em sua teoria motivação-higiene, o termo “Reconhecimento” ficou em segundo lugar nos fatores que levam à extrema satisfação. Infelizmente o que mais vemos nas organizações são líderes que só param o que estão fazendo para punir um membro da equipe, e só se lembram de reconhecê-los na reunião de metas do fim do mês.

O ‘líder que pensa’ premia e elogia a equipe sempre que se fazem merecedores. No começo, no meio ou no fim do dia. Quantas vezes forem necessárias. Quando reforçamos um bom comportamento, aumentamos a probabilidade do mesmo ocorrer.

Lembre-se: O que é dito é facilmente esquecido. O que é feito é aprendido. O ‘líder que pensa’ age de forma consciente, produz estímulos deliberados e se preocupa muito mais com o bem-estar e a satisfação da equipe do que com a punição. Um ‘líder que pensa’ ganha autoridade por mérito e não por imposição e, assim, é tratado como todo pai gostaria: com admiração e respeito.

Fonte: www.palestrasmotivacionais.com.br/blog