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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

DICAS PARA NÃO PERDER A LINHA NA FESTA DE FINAL DE ANO


Quando chega o fim do ano, não há como escapar. Cedo ou tarde você será convidado para uma festinha de confraternização, em que todos da sua área (ou da sua empresa) devem se reunir para comemorar alguma coisa. Certo? Mais ou menos. Embora muita gente ainda pense que festa é festa, seja qual for o motivo, quando se trata de uma confraternização corporativa é preciso tomar alguns cuidados para não prejudicar sua imagem profissional. A seguir Silvio Celestino, sênior partner, da Alliance Coaching, responde algumas das principais dúvidas que surgem nessas horas.
Preciso chegar no horário?
Sim, se a confraternização tiver protocolo, premiação ou algum anúncio. Chegar depois do acontecimento principal pode parecer descaso. Se for simplesmente uma festa, não tem problema chegar de 10 a 15 minutos depois do horário marcado.
Sobre o que falar?
A dica é não ser monotemático. Você não precisa falar de trabalho o tempo todo. A principal recomendação, entretanto, é não fazer comentários maldosos, não falar mal dos colegas e nem entrar em questões polêmicas.
Com que roupa eu vou?
Depende do evento. A regra é não exagerar – nem na formalidade, nem no despojamento. 
Preciso falar com todo mundo?
Encare a festa da empresa como oportunidade de aumentar o networking. Essa é a chance de você se apresentar, conversar, criar vínculos e despertar o interesse dos profissionais que ocupam cargos acima do seu. “Ao conversar com executivos, você deve demonstrar satisfação e interesse pela empresa,” diz Silvio. Se você estiver confortável – e for bem recebido por eles – o assunto vai fluir.
Posso levar família, cachorro, papagaio...?
Até pode, se no convite estiver explícito que eles são bem-vindos. De forma geral, o melhor é evitar porque quem leva acompanhante acaba tendo pouco tempo para dar atenção aos colegas, chefes e equipe...
Posso beber?
Com moderação. Passar dos limites pode ser prejudicial - e até decisivo – para sua carreira. Para comer vale a mesma regra.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Seja insubstituível no mercado

Especialista em finanças pessoais aponta oito regras para alcançar uma posição de destaque no trabalho. Acompanhe.

Por Roberta Cardoso


O desejo da maioria dos profissionais, seja lá qual for a área de atuação, é se destacar no trabalho. Às vezes, você não sabe por onde começar, em que investir nem qual a postura ideal para adotar dentro do ambiente de trabalho. O especialista em finanças pessoais e coach financeiro, André Massaro, indica o caminho correto, sem desvios ou perda de tempo.

1. Investir em educação: Sem discussões aqui! Profissionais melhores preparados evoluem mais rápido. É claro que existem exceções: profissionais completamente despreparados e incompetentes ocupando posições de destaque em várias organizações. Mas não se sabe se essas pessoas chegaram lá por sorte ou por 'puxar o saco certo'. Seja como for, não conte com atalhos, vá estudar!

2. Investir na educação CORRETA: Cultura geral é importantíssimo, mas se seu objetivo é se destacar, invista naquilo que o mercado demanda e em coisas que sejam coerentes com sua profissão. Se você é um profissional de finanças e pretende seguir nesse caminho, não invista seus recursos em um curso de marketing. E seja seletivo naquilo que faz – fazer um MBA 'meia-boca' só porque a empresa exige alguma pós-graduação não é uma boa política.

3. Aprenda INGLÊS!: Muitas pessoas dizem ter dificuldade com o vernáculo shakespeariano, ou dizem 'na minha empresa não se fala Inglês, então por que vou investir nisso?'. A má notícia é que, independente de se falar ou não o idioma em sua empresa, grande parte da literatura técnica na maioria dos tópicos relevantes para um negócio está em Inglês. O desconhecimento desse idioma é um forte limitador da ascensão profissional.

4. Cuide da POSTURA: Vista-se adequadamente e aja de acordo o ambiente. Algumas empresas têm um código de vestimenta e postura mais formal, enquanto outras são mais flexíveis. Observe o ambiente e siga a regra geral, não tente 'bancar o diferente'.

5. Integridade acima de tudo: Ética, honestidade e integridade são características cada vez mais valorizadas e exigidas nas organizações. Cuide de sua reputação como se fosse sua própria vida. Não se envolva em esquemas suspeitos e obscuros, e fique longe de colegas de reputação duvidosa. Lembre-se de Cícero, o orador romano, a quem se atribui a frase 'à mulher de Cesar não basta ser honesta, tem que PARECER honesta'.

6. Seja um líder: Desenvolva as características de liderança dentro e fora da empresa. Envolva-se em projetos onde você possa desenvolver suas habilidades de liderança e iniciativa. Trabalhos voluntários e humanitários costumam ser uma ótima oportunidade de exercitar esses dotes.

7. Explore sua rede de contatos: O famoso networking. Invista pesado nele – conheça pessoas, frequente lugares de interesse profissional e retome contato com os antigos colegas. Nunca se esqueça da regra número um do networking: 'faça ANTES de precisar'. Procurar seus amigos apenas quando você precisa de ajuda ou “está na pior” é deselegante e contraproducente.

8. Seja um empreendedor: Ser um empreendedor não é, necessariamente, sinônimo de ter sua própria empresa. Empreendedor é aquela pessoa que tem um enorme impulso por fazer, concretizar, 'ver acontecer'. Há espaço (e muito) para pessoas com características empreendedoras dentro de organizações. Seja uma delas!


segunda-feira, 4 de julho de 2011

6 Dicas para Você Mudar seus Hábitos e Gerar Melhores Resultados



Você sabe que para obter novos resultados na sua carreira, no seu negócio ou na sua vida, precisa agir diferente. É aquele história de que se você continuar agindo como sempre agiu, vai continuar tendo os mesmos resultados. Acontece que para agir diferente, você precisa de novos hábitos.
Grande parte das coisas que fazemos durante o dia obedece a um padrão, algo que estamos acostumados  a fazer. É o chamado hábito, administrado pelo inconsciente.
Como funciona o hábito? Vamos pensar em dirigir um automóvel. Quando aprendemos a dirigir, aprendemos novos procedimentos e desenvolvemos novos hábitos. Pisar na embreagem, trocar os pés nos pedais, ligar a seta para dobrar, manter a direita etc. No início, estávamos aprendendo e totalmente conscientes do que estava acontecendo, acompanhando e desenvolvendo cada ação. Posso apostar com você que hoje você dirige muito bem e enquanto dirige pensa em mil coisas, no que precisa fazer, no planejamento do seus dia, conversa com o carona, presta atenção às notícias do rádio e nem se dá conta dos movimentos que precisa fazer para dirigir. Na verdade, o seu cérebro automatizou os movimentos, transformou-os em hábitos e agora quem cuida disso para você é o seu inconsciente. Funciona assim com tudo: escovar os dentes, amarrar os sapatos, pentear os cabelos, andar de bicicleta etc.  Assim, os resultados que vamos obtendo dependem dos hábitos internalizados e administrados pelo inconsciente.
Agora pense na sua carreira, no seu negócio ou em outras partes da vida. Grande parte do que você faz é automático. A forma como se relaciona com as pessoas, a forma como encara desafios, a maneira como enfrenta supostos problemas, como cria soluções etc. O seu cérebro adota padrões semelhantes para situações que se repetem. Em outras palavras, temos centenas, milhares de hábitos para uma série de atividades.  Assim, para começarmos a mudar nossos resultados, precisamos primeiramente mudar nossos hábitos para, a partir daí, termos novos resultados.
Muito bem, aqui vão 6 dicas para desenvolver novos hábitos:
1) Identifique o resultado que você quer,
2) Identifique o hábito limitante que gerava o resultado que você não gostava,
3) Se pergunte qual a intenção positiva do antigo hábito,  
4) Se pergunte qual comportamento, qual hábito você quer no lugar do antigo para obter o resultado que você deseja,  
5) Treine mentalmente o novo comportamento e
6) Pratique e repita na prática até você automatizar.
Vou dar um exemplo. Você quer ser um melhor líder. Contudo, sente que precisa ser mais assertivo com sua equipe. Você sempre se disse multo democrático, preocupado com as pessoas, e aí deixava a coisa rolar um pouco solta no escritório. Entretanto, no fundo você sabe que precisa agir diferente para ter resultados diferentes. Pois bem, abaixo segue a exemplificação de cada uma das 6 dicas.
1) Identificação da situação limitante: eu estava (note o verbo no passado, isto é fundamental) um pouco frouxo com o time.
2) O que quero ter no lugar: quero ser assertivo.
3) Qual a intenção positiva do antigo hábito: eu quero ser aceito pelas pessoas e me conectar (por isso eu não era tão assertivo).
4) Qual o novo hábito ou comportamento que vou ter e que mantenha a intenção positiva: vou ser mais assertivo pois assim sou sincero; quanto mais sincero sou, mais me conecto e sou aceito pelas pessoas (claro, este é um exemplo que deve fazer sentido para você). Para que esta mudança seja consistente, é fundamental que a sua intenção positiva seja assegurada. No caso, você pode pensar (e aceitar) que ao ser assertivo estará mantendo a intenção de positiva se ser aceito e se conectar às pessoas se pensar que quando é 100% sincero é  mais querido e aceito.
5) Treine mentalmente as cenas em que será assertivo. Entre num filme mental em que você é o protagonista e veja, ouça e sinta a sua nova performance. Treine isso várias vezes para você programar o seu cérebro.
6) Coloque em prática várias vezes e avalie os resultados. Caso necessário, faça as correções. É aquela história, se você sempre chutou com a direita e quer começar a chutar com a esquerda, precisa treinar.
Enfim, siga os passos anteriores atentando fundamentalmente para a manutenção da intenção positiva e treine, primeiro na sua cabeça e depois na prática. Você vai se dar conta que, da mesma forma que aprendeu a dirigir, vai aprender a ter novos hábitos, novos comportamentos e que começará a ter resultados diferentes. Caso você não goste dos resultados, mude os hábitos com a fórmula dos 6 passos e teste novamente.
Boa sorte e mais sucesso!
Frederico Graef – Coach e Palestrante - Membro da Sociedade Brasileira de Coaching

 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Quem tem medo do lobo mau?

A saga de um funcionário FELIZ e seu INFELIZ chefe


Era uma vez um jovem e dedicado funcionário chamado 'FELIZARDO'. Um cara ainda em desenvolvimento, mas com um potencial enorme. Depois de um dia incrível de treinamento motivacional, chega feliz e empolgado à sua querida empresa, mesmo depois de 2,5 horas de trânsito e chuva. A história passa-se em São Paulo, então, devem saber bem do que estou falando.

FELIZARDO é um cara organizado e a primeira coisa que faz quando chega é rever o planejamento do dia. Sua primeira tarefa matinal é levar alguns malotes no departamento de finanças. No dia anterior, no treinamento, disseram a ele que pensamento positivo é fundamental para que as boas energias rejam o dia. Por isso, sorrindo e contente, ele sai saltitando com os documentos em mãos.

Todos que o encontram pelo caminho são recebidos com um bom dia e um sorriso maroto. Eis que ele encontra Mr. DEDÃO, seu chefe. Dedão era o apelido de seu chefe e é assim que vamos tratá-lo, pois o apelido assemelhava-se tanto às suas atitudes que nunca foi chamado pelo nome e, logo, não sei informá-los.

DEDÃO olhou firmemente para FELIZARDO. Não disse uma palavra. Apenas olhou fixamente. No mesmo momento do encontro, toda felicidade de FELIZARDO desapareceu e com um ar assustador ele questionou:

- Nossa, que olhos grandes você tem!?!

Mr. DEDÃO não hesitou e respondeu, como se fosse uma fera:

- É para te ver melhor!!!

FELIZARDO saiu desnorteado e pensando que seu chefe estava de olho em tudo que estava fazendo e que se errasse alguma coisa seria degolado! De qualquer forma, continuou sua tarefa e deixou os documentos no lugar exato.

Sua próxima tarefa do dia era preencher uma planilha de custo e entregá-la antes mesmo do almoço, pois dependiam desta para fechar o budget da área.

FELIZARDO acreditava em seu potencial e sussurrou:

- Esta tarefa vai ser mole! Sou expert neste assunto.

Prontamente, Mr. DEDÃO, que estava há alguns bons metros de seu feliz funcionário gritou:

- Fala menos e faz mais.

FELIZARDO gelou. E arriscou:

- UAU, que orelhas grandes você tem!?!

Mr. DEDÃO, com um olhar de reprovação, respondeu:

- É para te ouvir beeeeeem melhor, camarada!

Com a planilha pronta, FELIZARDO foi para sua próxima e amada tarefa. Ele precisava listar os clientes VIPS em uma planilha para que fossem presenteados no final do ano. Este funcionário era 10! Fez a tarefa rapidamente e como lhe sobrou alguns minutos de folga, resolveu ir tomar um café.

Quando menos esperava, ouviu um grito, vindo lá do fundo do corredor.

- Estou sentindo cheiro de café. Se não têm tarefas suficientes para lhes ocupar, pode deixar que vou dobrar a demanda de trabalho e é para já!

FELIZARDO, que tinha aprendido que deveria, respeitosamente, questionar quando não entendia direito algo que tivera ocorrido, respondeu:

- Estou extasiado. Que nariz grande você tem!?!

Mr. Dedão, que já que não agüentava mais aqueles questionamentos, esbravejou:

- É para sentir cheiro de vagabundo que não está a fim de trabalhar!!!

FELIZARDO, que continuara agüentando tudo aquilo porque aprendera que persistência era a alma do negócio, foi, ainda feliz, realizar sua última tarefa do dia: receber seu feedback mensal. Entrou na sala do Mr. DEDÃO e disse:

- Querido chefe, estou aqui para ouvir o que for preciso. Quero me desenvolver e aceito qualquer crítica. Estou aqui para aprender tudo o que você tem para me ensinar.

Mr. DEDÃO, que odiava perder tempo com estes tais feedbacks, começou a conversa dizendo que FELIZARDO precisava ficar mais esperto porque felicidade não trazia resultado. No meio da conversa, Mr. DEDÃO disse que esta disposição do funcionário estava incomodando a todos e que idéia de trazer inovações era ridícula. Acrescentou dizendo que não tinha tempo para ouvir suas expectativas, pois o que importava mesmo era o que a empresa queria. Pois bem, deixou claro que ele mandava e os outros obedeciam.

A medida que Mr. DEDÃO ia destilando seus comentários, FELIZARDO ia diminuindo e a boca do Mr. DEDÃO só se fazia crescer. FELIZARDO, que já se sentia um rato, ousou:

- Chefinho, que boca grande é esta?

-É PARA TE COMER, responder Mr. DEDÃO.

Nunca mais ouviu-se falar de FELIZARDO. E, infelizmente, mais um funcionário 'high potential' foi banido do mercado.

Agora te pergunto: quantos funcionários você já comeu?

Mr. Dedão, continua. Com dedo forte. Eliminando os bons e conservando que não lhe traz perigo. Mr. Dedão e sua equipe de faz de conta.

Uma pena.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Quer saber por que o seu pessoal não está trabalhando bem? Olhe-se no espelho!

Recebi a semana passada uma matéria do palestrante e Coach Ricardo Piovan que compartilho com vocês para que possamos fazer uma auto-análise da nossa liderança. Convido a cada um de vocês líderes leitores a fazer a diferença!


espelho-meu1
Por Ricardo Piovan

Sempre antes de ministrar um treinamento ou palestra numa organização é comum a tal reunião de briefing, isto é, conversar com o RH e com alguns líderes para perceber o clima da empresa e os principais pontos que deverão ser abordados no evento. E na maioria das vezes começo a ouvir reclamações dos líderes sobre os seus funcionários, dizendo que alguns são acomodados, incompetentes, desmotivados, cometem muitos erros e etc. Internamente começo a pensar: Esta palestra não deveria ser dada somente aos liderados, mas também para os líderes, pois de acordo com a frase de Ken Blanchard no título deste artigo, o resultado da equipe está relacionado ao grau de eficácia do líder, isto é ao nível de maturidade de quem comanda a equipe.
Convido você a refletir sobre quatro características de um líder que não consegue tirar resultados da sua equipe:
1. Ele nega com atitudes os valores da empresa – Sabe aquela plaquinha (missão, valores e visão) que normalmente fica na recepção da empresa? Lá estão os valores da companhia e um líder que não consegue resultados tende a negar aquelas frases com suas atitudes e comportamentos no dia a dia. Muitos liderados lêem aquelas frases e pensam: “Nem o meu líder faz isto!”
2.  Ele desconhece o limite entre a pressão por resultados e falta de respeito – Busca por resultados é uma coisa, gritar, ironizar e chamar a atenção na frente de outras pessoas é outra coisa completamente diferente. Liderados que são comandados por líderes autoritários não costumam dar tudo de si no momento de executar uma tarefa.
3.  A ele falta a capacidade de inspirar os seus liderados – Um chefe simplesmente manda seu liderado fazer, um líder antes de mandar inspira o seu liderado, mostrando o que deve ser feito e porque deve ser feito, isto é, lhe dá um propósito. Pessoas que tem um motivo especial para trabalhar duro tendem a fazer muito mais do que lhe é solicitado.
4. Ele vai atrás do resultado certo da forma errada – Algumas vezes (nem sempre) este líder  consegue o resultado a curto prazo, mas as suas atitudes desmotivam seus liderados a conseguirem os mesmos resultados para a próxima missão. Um líder autoritário sempre consegue resultados a curto prazo. A médio e longo prazo os resultados simplesmente desaparecem, pois as pessoas não tem um bom motivo para fazer o que deve ser feito.
Caso você seja um líder e preocupou-se com as questões acima, saiba que é possível verificar se você tem ou não a liderança tóxica. Solicite feedbacks de seus liderados, questionando-os sobre os seus comportamentos como líder. Eles são ótimos espelhos para você.
Fonte: www.portalfox.com.br/blog

sábado, 23 de abril de 2011

Coaching numa perspectiva estratégica

Vivemos numa época de grandes desafios no mundo corporativo. Um dos desafios das áreas de RH e gestão de pessoas está em encontrar uma forma de auxiliar as organizações a atingirem seus resultados por meio de seus colaboradores. Colocar pessoas como meio e não como fim implica alinhar o desenvolvimento organizacional com os desafios do negócio e compreender que o foco está na gestão das interações das pessoas (líder e liderado, cliente e fornecedor, entre pares, entre as equipes).

Numa era em que os conhecimentos teóricos e a capacidade técnica das pessoas não são mais suficientes para atender às demandas do mercado, cada vez mais é necessário desenvolver competências comportamentais para construir relacionamentos mais positivos, lidar com as adversidades e conflitos do dia a dia e entregar resultados melhores. Ou seja, para que seu desempenho seja reflexo de seu verdadeiro potencial. O processo de coaching atua exatamente aí, gerando desenvolvimento de competências com foco nos resultados pessoais e da empresa.

Colocar o processo de coaching numa perspectiva estratégica envolve planejar hoje o desenvolvimento das habilidades para o futuro. Para isso, os profissionais de RH precisam entender os negócios da empresa agora e no futuro, definir o perfil do profissional requerido nesse futuro e participar das decisões estratégicas para agregar valor na execução delas por meio das pessoas, atuando tanto como agente de mudança quanto parceiro estratégico, segundo os papéis de Dave Ulrich.

Um passo a passo para inserir os processos de coaching no planejamento estratégico de desenvolvimento de pessoas começa na identificação dos desafios empresariais, passa pelo desenho do conjunto de competências essenciais e pela elaboração do plano de desenvolvimento com base nas lacunas encontradas. As perguntas abaixo colaboram para o planejamento das etapas do ciclo:

•      Quais são os principais desafios de negócio que a organização enfrenta hoje? E nos próximos dois a cinco anos?
•      Que habilidades são necessárias para ser bem-sucedido?
•      Como alinhar essas necessidades com a estratégia de negócios?
•      Quais as metas para o desenvolvimento das pessoas e das lideranças?
•      Quais estratégias utilizar para o desenvolvimento das pessoas?
•      Quais as métricas que serão usadas para acompanhar os resultados?

Ao entender o contexto, os desafios organizacionais e os resultados do negócio desejados, o RH apoia a organização identificando oportunidades e determinando os fatores de sucesso, as competências-chave para atingir os resultados atuais e futuros e definindo as melhores estratégias de desenvolvimento das pessoas, equipes e líderes.

O processo de coaching tem sido uma das estratégias escolhidas pelas empresas para desenvolver as competências que os líderes e as equipes precisam hoje e amanhã. A implantação de uma cultura de coaching colabora para que os resultados ocorram mais rapidamente e com mais aprendizado durante o processo porque o desenvolvimento ocorre on-the-job, na prática, durante o trabalho e na interação com os outros.

Deixe seu comentário no Blog sobre essa matéria, vamos trocar opiniões.

Fonte: O Estado de São Paulo

sexta-feira, 15 de abril de 2011

FUTEBOL E O MUNDO CORPORATIVO

O que futebol tem a ver com o mundo corporativo? Leia a matéria abaixo e descubra.

Ricardo Nakai destaca em suas palestras, o FAZER ALÉM DO QUE LHE É ATRIBUÍDO como uma das 8 atitudes vencedoras na carreira dos profissionais que querem se destacar em um ambiente de muita pressão e alta competitividade . 

Para essa atitude, ele cita como exemplo no esporte o grande Craque Rogério Ceni – que no mês passado completou 100 gols em sua notável carreira como goleiro/artilheiro.

A grande lição de Rogério é a de identificar algo que não fazia parte de suas obrigações, nem das descrições do seu cargo, nem que lhe traria mais dinheiro – mas que ele identificou como sendo importante para o time e ele possuía as habilidades necessárias para fazê-lo.

Foi fácil? Claro que não. Na verdade ele está no time para defender as bolas – o que o faz muito bem. Mas como conseguir ser bom nas duas coisas? Simples: TREINO, TREINO e TREINO.

Todos terminavam o treinamento e ele ficava chutando faltas. E o faz até hoje – no dia seguinte em vez de comemorar o centésimo gol, passou o dia treinando para o jogo do meio da semana.

Como podemos utilizar esta competência no nosso dia-a-dia:

• Identifique seus talentos naturais – algumas vezes você tem um talento que não está sendo utilizado na sua área fim, mas você pode incorporá-lo em outras áreas;     
• Tenha visão global do negócio que você está inserido – quanto maior esta visão, mais fácil identificar as demandas que você pode atender;
• Saia da cadeira – não se acostume demais com o conforto da sua posição atual. Repense e ouse novas formas de fazer a mesma coisa;
• NUNCA, mas NUNCA pense, diga ou transpareça: EU NÃO ESTOU SENDO PAGO PRA FAZER ISTO.

Aproveitemos as lições deste grande atleta para nos tornarmos "Craques Organizacionais". PARABÉNS ao Rogério Ceni pelas eternas conquistas!!!!

Gostaram da matéria? Valeu a leitura? 

Fonte: www.vocesa.abril.com.br

terça-feira, 12 de abril de 2011

Confira quais são os 11 principais erros dos novos gestores - Continuação


Seguem os outros 6 principais erros cometidos pelos novos gestores segundo o coach-executivo Pablo Aversa. Lembre-se sempre deles como exemplos que você NÃO deve seguir.

6. Não perder tempo com o seu chefe: Seu trabalho, da mesma forma como era antes de você virar um gestor, é apoiar seu chefe. Assegure-se que você dedica algum tempo para ele, para que ambos possam trocar informações e para receber direcionamento e treinamento;
7. Não se preocupar com problemas ou com funcionários problemáticos:  Quando algo acontece é a sua função descobrir a melhor solução e fazer com que ela seja executada. Isso não significa que você não pode pedir opinião ou apoio dos demais. Você é a pessoa que tem que garantir que a questão está sendo devidamente encaminhada;
8. Não se permitir ser humano: ser chefe não representa que você não pode rir, demonstrar emoções, ou mesmo cometer um erro ocasional;
9. Não proteger seu time: É sua função defender o seu time e se assegurar que eles são tratados da forma mais justa possível;
10. Evitar responsabilidade por qualquer coisa: Como gestor você é responsável por tudo o que acontece no seu time. Por isso, você tem de construir canais de comunicação de forma que não haja surpresas. A responsabilidade vai de mãos dadas com a autoridade conquistada;
11. Rotular gerações: Os gestores têm de saber aproveitar os diferentes tipos de profissionais que trabalham na empresa. O mais importante é aprender a conviver, dessa maneira todos ganharão: a empresa, os profissionais e o chefe!
Muito sucesso!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Confira quais são os 11 principais erros dos novos gestores

Ser promovido a um cargo de chefia pode ser o desejo de muitos profissionais. Mas o  sonho pode virar pesadelo se a pessoa não souber gerenciar a sua equipe. Neste momento, é comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por excesso de vontade de querer acertar.
Os erros acontecem porque as pessoas que são promovidas a um cargo de liderança não são preparadas. É indicado que as empresas promovam treinamentos, contratem serviços de coaching ou desenvolvam um programa em que gestores mais experientes compartilhem ideias e escutem os novos gestores.
Escolher um mentor pode ajudar. Pode ser uma pessoa da mesma empresa ou de fora, o importante é que seja de confiança.
O novo gestor deve ser humilde ao lidar com a nova equipe, deve assumir que está aprendendo.
Para ajudar nesta nova etapa da carreira, o coach-executivo da Alliance Coaching, Pablo Aversa, indicou os 11 principais erros cometidos pelos novos gestores. Confira:
  1. Considerar que você sabe tudo: mesmo que o profissional tenha total conhecimento de sua área, ele não sabe tudo, já que a parte mais importante do trabalho ele ainda não domina: gerenciar pessoas;
  2. Mostrar a todos quem está no comando: a equipe sabe que você está no comando. Não é necessário demonstrar todo o tempo que você é o chefe. O fundamental é que o novo gestor faça a diferença;
  3. Mudar tudo: só porque alguma atividade não é feita da mesma forma que você costuma fazer, não significa que necessariamente está errada;
  4. Ter medo de fazer tudo: talvez você não tenha solicitado essa promoção e não esteja certo que poderá dar conta do trabalho. Porém, seus superiores não teriam colocado você no cargo se eles não tivessem confiança que você pode dar conta do desafio;
  5. Não dedicar tempo para conhecer seu time: mesmo que você tenha trabalhado ao lado dos profissionais da sua equipe durante anos, isso não significa que você os conhece. Saiba o que os motiva. Conheça-os individualmente, porque essa é a única forma pela qual você pode gerenciá-los de maneira eficaz. Lembre-se que sua equipe é o que irá fazer com que você se saia bem ou não no desafio de ser um bom líder. Dê a sua atenção e dedique tempo para eles;
          No próximo post terão os outros 6 erros dos novos gestores. ACOMPANHEM!